A Família Mascarenhas Fiuza dedica-se à vitivinicultura há mais de um século. A empresa iniciou a sua actividade no início do Século XX e mantém até hoje a gestão familiar, indo já na 3º geração. O Sr. Joaquim Mascarenhas Fiuza, filho de D. Luísa Mascarenhas (irmã do 10º Marquês de Fronteira e 9º Marquês de Alorna) começou a produzir vinho com o seu tio nas propriedades da Família Mascarenhas Fiuza que há séculos que tem Quintas na região.

Em 1986, surge a parceria entre o produtor de vinhos Joaquim Mascarenhas Fiuza e o prestigiado enólogo australiano Peter Bright donde nasce a empresa Fiuza.

Pioneira na produção das castas francesas em Portugal, a Fiuza produz nas suas duas quintas (Quinta da Requeixada e Quinta da Granja) as principais castas portuguesas como a Touriga Nacional, Aragonez, Arinto, Vital, Fernão Pires ou o Alvarinho e também algumas das principais castas francesas como o Alicante Bouschet, o Cabernet Sauvignon, o Merlot, Syrah, o Chardonnay ou o Sauvignon Blanc.

As suas vinhas situam-se na região do Tejo, na região demarcada de Santarém e de lá têm saído alguns dos melhores vinhos portugueses, que são produzidos exclusivamente na sua Adega em Almeirim. Como consequência de todo esse trabalho e cuidado, a Fiuza têm recebido vários prémios e medalhas ao longo dos últimos anos.

Mas não só nos vinhos, Joaquim Mascarenhas Fiuza conquistou medalhas. De facto, o seu dia a dia dividia-se entre a actividade vitivinícola e o famoso desporto náutico, a Vela, na categoria "Star".

Enquanto atleta, protagonizando participações vitoriosas nas mais variadas provas e países, destacou-se sobretudo nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, de Londres em 1948 e em 1952, em Helsínquia, tendo neste último ganho a merecida Medalha de Bronze. Nesse mesmo ano de 52, em dupla com Rebelo Carvalho, conseguiu o quarto lugar no Campeonato do Mundo. Em 1957 e 1958, concretizou um sonho de ser Campeão da Europa. Por nove vezes foi ainda Campeão Nacional.

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Quintas

A família Fiuza é detentora de duas quintas que se situam na região vitivinícola do Tejo. Possui uma área de produção de 120 hectares de vinha, distribuídas pelas zonas de Almeirim e da Romeira.

Os terrenos argilosos, argilo-calcários e arenosos aliados a micro-climas específicos, reúnem óptimas condições para a obtenção duma excepcional qualidade de uvas.

O recurso a castas francesas em conjunto com castas nacionais de reconhecido valor, permite a conjugação e obtenção de vinhos varietais e mono-varietais. 

 

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Adega

Do miradouro das ‘Portas do Sol’ na cidade de Santarém, vislumbra-se a bela planície da Lezíria Ribatejana onde predominam os vinhedos com o rio Tejo atravessando a paisagem, tendo por fundo a bonita cidade de Almeirim.  

Reconhecida tanto a nível nacional como internacional pela famosa ‘Sopa da Pedra’, Almeirim é também conhecida pelos seus vinhos.

Adega Fiuza, tipicamente ribatejana e com tradições bem enraizadas, faz parte de um património histórico na produção de vinhos de qualidade nesta cidade. Em 2015 foi alvo de uma intervenção artística por dois conhecidos graffitters portugueses que transformaram o edifício, aliando arte e vinho num só espaço.

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Designação do projeto: Internacionalização da empresa; consolidação e reforço da posição no mercado europeu e nos mercados emergentes.

Código do projeto: ALT20-01-0752-FEDER-001051

Objetivo principal: Reforçar e consolidar a presença da empresa no mercado europeu e nos países emergentes.

Região de Intervenção: Alentejo
Entidade Beneficiária: Fiúza & Bright – Sociedade Vitivinícola, Lda.

Data de aprovação: 2015-08-31
Data de início: 2015-05-15
Data de conclusão: 2018-03-31

Custo total elegível: 251.351,38 EUR
Apoio financeiro da União Europeia: FEDER – 113.108,12 EUR
Apoio financeiro público nacional/regional: Não aplicável

Objetivos, atividades e resultados esperados/atingidos:

O presente projeto de investimento, visa reforçar e consolidar a presença da empresa nos mercados europeus onde já tem tradição como exportadora de vinhos, através de um trabalho de prospeção comercial reforçado, e da participação selecionada em apenas os concursos e certames internacionais credenciados no sector.
Adicionalmente, e de forma a consolidar e a potenciar a entrada nos mercados emergentes e em outros países, motivou a empresa a desenvolver um conjunto de ações de prospeção e presença nesses mercados, conjugadas com ações de promoção e marketing internacional, de forma a conquistar clientes nesses locais, que lhe permita atingir o objetivo de em 2018, fazer a maior parte das suas vendas para o exterior.
Face à estratégia definida, e atendendo à racionalidade e rentabilidade do investimento a realizar, a empresa identificou e orçamentou um conjunto de despesas, que agora dão corpo ao presente projeto de investimento, cujas rubricas e finalidades a seguir se detalham:

1. Aquisição de equipamento para melhoria do controlo laboratorial, equipamento informático e software específico relacionado com o desenvolvimento do projeto
2. Ações de prospeção e presença em mercados externos, nomeadamente através de viagens de prospeção, participação em concursos e certames internacionais
3. Ações de promoção e marketing internacional, com a conceção e elaboração de material promocional e a conceção de programas de marketing internacional
4. Admissão de 2 novos quadros técnicos para Implementação do Projeto de Internacionalização.

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​Designação do projeto: Internacionalização da empresa; consolidação e reforço da posição no mercado europeu e nos mercados emergentes
Código do projeto: ALT20-01-0752-FEDER-048417
Objetivo principal: Reforçar e consolidar a presença da empresa no mercado europeu e nos mercados emergentes
Região de Intervenção: Alentejo
Entidade Beneficiária: Fiúza & Bright – Sociedade Vitivinícola, Lda.
Data de aprovação: 2020-11-04
Data de início: 2020-05-07
Data de conclusão: 2023-05-06
Custo total elegível: 602.152,50 Euros
Apoio financeiro da União Europeia: FEDER – 270.968,63 Euros
Apoio financeiro público nacional / regional: Não aplicável


Objetivos, atividades e resultados esperados / atingidos:

O presente projeto de investimento, visa reforçar e consolidar a presença da empresa nos mercados europeus com tradição exportadora, através de um trabalho de prospeção comercial reforçado, e da participação selecionada em apenas os concursos e certames internacionais credenciados no sector. Adicionalmente, e de forma a consolidar e a potenciar a entrada nos mercados emergentes, motivou a empresa a desenvolver um conjunto de ações de prospeção e presença nesses mercados, conjugadas com ações de promoção e marketing internacional, de forma a atingir o objetivo de em 2023, fazer mais de metade das suas vendas para o exterior.
Com a execução do presente projeto, a Fiúza & Bright pretende alcançar determinados objetivos, tais como: incrementar a notoriedade da sua empresa, implementar uma maior inovação no seu processo produtivo e alargar a distribuição para mercados já existentes.
De modo a colocar em prática a estratégia de internacionalização visada e alcançar os objetivos previamente definidos, a empresa irá desenvolver atividades enquadráveis nas seguintes tipologias de operação:
– Conhecimento dos mercados externos: participação em feiras internacionais, de modo a expôr os seus produtos e estabelecer contatos no setor;
– Presença na Web, através da Economia Digital: realização de ações de comunicação digital para os mercados de exportação através das redes sociais, para que haja uma crescente notoriedade no domínio digital da Fiúza & Bright;
– Prospeção e Presença em Mercados Internacionais: realização de ações de prospeção nos mercados-alvo, bem como, ações inversas, ao dar a conhecer a vinha presencialmente aos seus clientes e potenciais clientes;
– Desenvolvimento e Promoção Internacional de Marcas: conceção e elaboração de material promocional em vários idiomas, para fortalecer a sua marca e atingir um maior número de mercados;
– Marketing Internacional: contratação de estudos de marketing e serviços de consultoria, para realização de campanhas promocionais;
– Introdução de novos Métodos de Organização nas Práticas Comerciais e nas Relações Externas: contratação de 3 técnicos qualificados e aquisição de equipamento para operacionalizar a estratégia internacional;
– Certificações Específicas para os Mercados Externos: certificação do registo de marcas no mercado europeu, para comprovar a qualidade dos seus vinhos.